
Zé Genésio, o pedófilo e alcoólatra, pai do candidato bucha Luciano Genésio, construiu a máquina política em Pinheiro. Foi prefeito e tratou a cidade como extensão da família. Criou a base, montou os aliados, abriu o caminho. O filho Luciano herdou tudo. Não herdou só o sobrenome: herdou o método. E piorou.
Durante oito anos na prefeitura, Luciano Genésio transformou a gestão pública em esquema particular. A Operação Irmandade, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, expôs o que muitos já suspeitavam: desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, empresas de fachada e uma organização criminosa que, segundo a denúncia, era liderada por ele e pelo irmão, Lucio André. Contratos superfaturados, dinheiro que saía dos cofres de Pinheiro e voltava para o bolso de quem mandava. Saúde e educação viraram fonte de enriquecimento. O povo pagava a conta. A família lucrou.
Agora, depois de ter as contas rejeitadas e de ver a reputação destruída, Luciano Genésio aparece como candidato a deputado federal. Conseguiu uma liminar e está na disputa. Mas é bucha. Zero chance de vitória. Nome manchado até a alma, credibilidade destruída, peso político nenhum. É candidatura de fachada, pra manter o ego e o sobrenome circulando, pra fingir que ainda existe alguma relevância. Enquanto isso, Pinheiro continua pagando o preço dos anos de saque e de desgoverno.
O pai montou a estrutura de corrupção. O filho transformou a estrutura em crime. E o resultado está aí: um “candidato” sem força, sem futuro e sem respeito. A era Genésio não acabou com glória. Acabou no ridículo. Acabou como merece: irrelevante, desmoralizada e sem nenhuma chance real de voltar.
Pinheiro deu mais do que mereciam. Agora estão novamente no lixo da história e nunca mais conseguirão sair.
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