domingo, 27 de setembro de 2026

Nova pesquisa AtlasIntel testa a disputa Lula x Flávio no maior colégio eleitoral do Brasil

 

Nova pesquisa AtlasIntel testa a disputa Lula x Flávio no maior colégio eleitoral do Brasil 

A AtlasIntel vai divulgar no sábado, 3 de outubro, uma nova pesquisa sobre a eleição presidencial entre os eleitores do estado de São Paulo. O levantamento, realizado na última semana antes do primeiro turno, medirá a distância entre Lula e Flávio Bolsonaro e testará um confronto direto entre os dois.

A pesquisa foi registrada neste domingo, 27, e prevê entrevistas até 2 de outubro. Além da disputa pelo Planalto, o questionário inclui perguntas sobre as eleições para governador e senador em São Paulo e sobre a avaliação do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas.

O que a pesquisa vai mostrar sobre Lula e Flávio?

No cenário de primeiro turno, os eleitores escolherão entre os candidatos apresentados pela AtlasIntel, incluindo Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. O questionário também oferece as opções de voto branco ou nulo e “não sei”.

A comparação mais direta virá da simulação de segundo turno entre Lula e Flávio. O resultado permitirá observar como os dois se saem no eleitorado paulista quando são apresentados como únicos candidatos da disputa.O instituto também testará Lula contra Cury, Renan, Caiado e Zema em eventuais segundos turnos. O questionário não apresenta confrontos de Flávio com outros adversários.

Que outras disputas serão medidas em São Paulo?

Para o governo estadual, a AtlasIntel perguntará a intenção de voto no primeiro turno e simulará um segundo turno entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Na eleição para o Senado, os entrevistados indicarão separadamente o primeiro e o segundo voto, sem poder escolher o mesmo candidato duas vezes.

A pesquisa perguntará ainda se os eleitores aprovam o desempenho de Lula, Tarcísio e do prefeito de sua cidade. Os três também serão avaliados em uma escala que vai de ótimo ou bom a ruim ou péssimo. Outra questão medirá a imagem positiva ou negativa de lideranças políticas, entre elas Lula, Flávio, Jair Bolsonaro, Haddad e Tarcísio.

Quando será divulgada e como será feita?

A divulgação está prevista para 3 de outubro, véspera do primeiro turno. A AtlasIntel pretende ouvir 2.200 eleitores do estado de São Paulo entre 27 de setembro e 2 de outubro, por meio de um questionário estruturado pela internet.

Segundo o registro, a amostra será ajustada para representar características do eleitorado paulista, como sexo, idade, escolaridade e renda. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança estimado em 95%.

A pesquisa é realizada com recursos da própria AtlasIntel e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08300/2026.

sábado, 26 de setembro de 2026

LUCIANO GENÉSIO: DE PREFEITO DE PINHEIRO A BUCHA NAS ELEIÇÕES DE 2026 . CONHEÇA A SUJA HISTÓRIA DOS GENÉSIO E COMO FORAM PARAR NO LIXO.


Zé Genésio, o pedófilo e alcoólatra, pai do candidato bucha Luciano Genésio, construiu a máquina política em Pinheiro. Foi prefeito e tratou a cidade como extensão da família. Criou a base, montou os aliados, abriu o caminho. O filho Luciano herdou tudo. Não herdou só o sobrenome: herdou o método. E piorou.

Durante oito anos na prefeitura, Luciano Genésio transformou a gestão pública em esquema particular. A Operação Irmandade, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, expôs o que muitos já suspeitavam: desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, empresas de fachada e uma organização criminosa que, segundo a denúncia, era liderada por ele e pelo irmão, Lucio André. Contratos superfaturados, dinheiro que saía dos cofres de Pinheiro e voltava para o bolso de quem mandava. Saúde e educação viraram fonte de enriquecimento. O povo pagava a conta. A família lucrou.

Agora, depois de ter as contas rejeitadas e de ver a reputação destruída, Luciano Genésio aparece como candidato a deputado federal. Conseguiu uma liminar e está na disputa. Mas é bucha. Zero chance de vitória. Nome manchado até a alma, credibilidade destruída, peso político nenhum. É candidatura de fachada, pra manter o ego e o sobrenome circulando, pra fingir que ainda existe alguma relevância. Enquanto isso, Pinheiro continua pagando o preço dos anos de saque e de desgoverno.

O pai montou a estrutura de corrupção.  O filho transformou a estrutura em crime. E o resultado está aí: um “candidato” sem força, sem futuro e sem respeito. A era Genésio não acabou com glória. Acabou no ridículo. Acabou como merece: irrelevante, desmoralizada e sem nenhuma chance real de voltar.

Pinheiro deu mais do que mereciam. Agora estão novamente no lixo da história e nunca mais conseguirão sair.





sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Policia Federal pediu o afastamento de Brandão duas vezes, o primeiro Humberto Martins silenciou e o outro está nas mãos de Dino para decidir

 

Reportagem da Folha de São Paulo revela que a Polícia Federal pediu em duas oportunidades o afastamento de Carlos Brandão (MDB), no âmbito de investigações de uma provável organização criminosa comandada pelo governador do Maranhão.

O primeiro pedido foi apresentado quando o inquérito estava sob responsabilidade do ministro Humberto Martins, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que sequer se manifestou sobre o pedido. Em julho de 2025, segundo a reportagem, a PF sustentou que o afastamento seria necessário para interromper as supostas práticas investigadas, mas esse também não teve resposta. 

Quando os inquéritos chegaram ao Supremo Tribunal Federal, a partir da suspeita da atuação do senador Weverton Rocha que teria intercedido junto ao ministro Humberto Martins para que o processo ficasse parado.

A Polícia Federal identificou comunicações entre Weverton e o ministro e afirmou ter encontrado diálogos relacionados a encontros e processos sob a relatoria do magistrado. Weverton rejeitou a suspeita justificando que era adversário de Brandão na época do crime, porém, o governador e o senador voltaram a ser aliados antes do caso subir para o STJ em 2025.

O conteúdo revelado pela Folha mostra que as suspeitas investigadas são amplas. Segundo PF, CGU e elementos originados no Coaf, o caso envolve possíveis crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, licitações dirigidas, corrupção passiva, organização criminosa e assassinato. A investigação aponta ainda suspeitas de desvio de recursos públicos e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com o faturamento declarado de empresas relacionadas ao grupo familiar de Brandão. 

A Operação Monte Sinai, deflagrada pela PF em agosto, apura organização criminosa, fraudes em licitações, desvio de recursos, lavagem de dinheiro, ocultação de ativos e crimes tributários, além de possíveis irregularidades envolvendo recursos de emendas parlamentares e precatórios da educação. 

Agora, parte das medidas está sob análise de Flávio Dino no STF. O ministro já adotou providências contra outros investigados: afastou Daniel Brandão, sobrinho do governador, da presidência do TCE-MA por 180 dias, e, em outro desdobramento, determinou prisão domiciliar e afastamento de Raimundo Cutrim do governo do estado. 

Mas, segundo a reportagem publicada pela Folha, Dino ainda não havia se manifestado sobre o pedido da PF para afastar Carlos Brandão. 

Enquanto isso, Brandão segue desesperado e tentando a todo custo eleger o sobrinho para que o Estado do Maranhão continue sob os domínios da sua família.


Por: Os Analistas

TRE-MA indefere registro de candidatura de João Batista Segundo e esta fora das eleições de 2026 ao cargo de deputado estadual

Nesta sexta-feira (02), o Colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) indeferiu, por unanimidade, no plenário do Palácio d...